Discussões em Design #3: Trabalho especulativo

Trabalho especulativo é provavelmente um dos temas mais polêmicos no mundo do design, da ilustração e dos processos criativos em geral. Pra quem não sabe o que é, trabalho especulativo é todo aquele que é feito sem a garantia de pagamento pelo serviço ou de utilização do projeto pelo solicitante. Significa, de forma mais simples e direta, tempo e dinheiro ‘desperdiçados’ em um projeto sem nenhuma garantia de retorno para o profissional criativo.

Mas peraí: se é simples assim, porque há tanto discussão?

Acontece que, pra tudo na vida, há os dois lados da moeda. Assim como o trabalho especulativo é perigoso, traiçoeiro e às vezes depreciador, é também chamativo, interessante, estimulante e promissor. Traiçoeiro, perigoso e ESTÚPIDO, eu diria, porque, como já disse, um trabalho está sendo feito, tempo está sendo gasto, e o designer nem sabe se aquilo vai prosperar. Pode até parecer idiota alguém ainda considerar trabalhar nessas condições. Mas pense pelo outro lado: você é um designer novo, acabou de entrar no mercado. Ou você é recém-formado e tem sede por novos projetos, por portfólio, por clientes. Ou então você acabou de entrar na faculdade e não vê a hora de botar a mão na massa. Aprendemos desde cedo a aproveitarmos nossas oportunidades, então quando surge aquele primeiro concurso de identidade visual, você já quer participar, afinal, tá trabalhando, tá aprendendo e pode até ganhar dinheiro!

Acontece que isso gera uma situação muito complicada. Nesses concursos, sempre tem gente interessada em participar. Porém, isso acaba gerando uma bola de neve sem tamanho, na qual toda uma comunidade de profissionais criativos pode sair prejudicada. Pensem bem: esses concursos são realmente muito aproveitadores. Uma empresa pode contratar um designer pra desenvolver o projeto de identidade visual deles e pagar pra ver apenas uma opção. Mas eles podem fazer diferente, e fazer um concurso, oferecendo uma boa quantidade de dinheiro, com a certeza de que muita gente vai se interessar e participar, mandando então milhares de opções diferentes, com o mesmo custo (às vezes até menos) da primeira opção.

O problema é que enquanto os profissionais criativos participam, esses concursos existem. E isso gera um grande problema de mercado para os profissionais que tem mais experiência e que prezam pelo bom desenvolvimento do design como um todo.

Muito se discute sobre isso, e não são poucos os concursos por aí. São vários, de todos os tipos. Criação de identidades visuais, mascotes, ilustrações, campanhas publicitárias. E é muito complicado de julgar a participação das pessoas, afinal, todo mundo quer um trabalho publicado, mesmo que seja de graça. Todo mundo quer ter algo legal pra por no seu portfólio.

Mas e aí, que que vocês acham? Trabalho especulativo vale a pena? Sim, não, em parte? Depende da situação? Comentem, discutam com a gente! O Luedy Costa também deu sua opinião lá no blog dele!

E não esqueçam de seguir a gente no twitter: @HAthayde @LuedyCosta

Abraços e até a próxima!

Henrique Athayde

Discussões em design #2: Ilustração e Design

Eu podia ter colocado como título do post Ilustração x Design. Mas não quero falar de diferenças, mas sim de concordâncias. Muito se fala sobre o ilustrador e sobre o designer. São tratados de forma diferente, vistos de forma diferente. Mas será que o trabalho desses dois profissionais é tão diferente assim? Afinal, o que cada um representa no mercado? Será que o designer que trabalha com ilustração não tem habilidade para desenvolver outros tipos de projeto? E o contrário?

Muitos dizem que as disciplinas são diferentes, não se aplicam, não se misturam. Porém, discordo disso. Ambos trabalham com briefing. Ambos trabalham suas idéias dentro de um pensamento lógico. Apesar do ilustrador normalmente ter um processo mais livre e mais amplo de possibilidades, ele também segue uma linha de raciocínio, que vai guiar e limitar seu trabalho em alguns pontos. Ele também precisa agradar a um cliente e suprir suas necessidades, seja essa qual for. O designer que ilustra abra bastante o seu leque de possibilidades. É um diferencial na hora de criar um projeto.

Acredito que o ilustrador tenha sua imagem ‘deturpada’ pelos conceitos atuais ligados ao design. O design tem um ritmo mais técnico, coisa que não ocorre na ilustração. Às vezes vejo como as pessoas pensam no ilustrador como ‘o cara que desenha’. E são designers que pensam isso! É bastante contraditório. Afinal, nenhum designer gosta de ser conhecido como ‘o cara que desenha’ por ninguém. Designer sabe que não é apenas o cara que desenha. E com certeza, o ilustrador pensa da mesma maneira.

Para mim, as duas disciplinas andam juntas. Todo mundo gosta de uma boa ilustração ou de um bom projeto de design. Não há nada melhor do que unir os dois num só projeto. Pensem na hora de vender um projeto a um cliente. É um diferencial você poder apresentar propostas diferentes, se utilizando de técnicas diferentes, integrando disciplinas diferentes em mídias diferentes. Acho que ilustração traz um pouco disso. Traz vida e movimento aos projetos de design.

Além de tudo isso, ilustração é muito versátil. Tem todo tipo de ilustrador por aí. Isso já é um leque de possibilidades, de oportunidades. Sem falar nos coletivos de ilustração, que são muito legais. Uma forma de desenvolver seu trabalho junto a outras pessoas, todas com um só objetivo. Vou colocar alguns links de ilustradores que eu gosto e recomendo! Percebam como rola a interação e design em vários dos sites!

http://www.gustha.com/

http://estudiozito.blogspot.com/

http://www.pedromarighella.com.br/

http://www.ap303.com/

Além disso, outra coisa importante! Quer ser ilustrador? Tem interesse na área? Quer entender um pouco mais? Então leia: http://www.guiadoilustrador.com.br/ – Esse livro é um verdadeiro resumo da profissão. Vale a pena ler!

E aí, o que vocês acham sobre o assunto? Não se esqueçam que lá no blog do Luedy também tá rolando a discussão!

E não esqueçam de seguir a gente: @HAthayde @LuedyCosta!

Henrique Athayde

Da Rap Cat – Threadless

Galera, hoje eu quero pedir a ajuda de vocês. Não sei se vocês conhecem o Threadless, mas é um site de camisetas americano. Funciona assim: as pessoas fazem ilustrações para as camisetas e enviam para eles. Se sua ilustração for aprovada, ela segue para votação. São 7 dias de votação. As camisas mais votadas (se não me engano os concursos são semanais) são impressas e colocadas à venda no site. E claro que o dono da ilustração recebe um prêmio em dinheiro!

Eu fiz uma estampa pra mandar essa semana. E queria a ajuda de vocês pra ganhar o prêmio! Basta entrar na área de login do site, se cadastrar e esperar o e-mail de confirmação. Depois, basta entrar aqui pra votar na minha estampa! Aqui segue uma imagem da área de votação e das notas máximas:

Vocês já devem ter visto a estampa lá na votação, mas aqui vou mostrar um pouco do processo. Em sites de camisetas como o Threadless, existem limitações do número de cores. São no máximo 8 cores usadas em cada ilustração, sendo que não deve haver nenhuma cor desnecessária, ou seja, usada em áreas pequenas e em detalhes.

Mas eu gosto muito de dar volumes, fazer sombras e luzes na ilustração. Foi aí que eu tentei (e deu certo!) uma técnica pra usar poucas cores e dar um efeito agradável à ilustra.

Pra começar, sempre um rascunho no caderno

 

Já no computador, a nova técnica: em preto e branco, faço as sombras com linhas finas

Por fim, cinco cores são suficientes pra fechar a ilustra!

É isso, pessoal. Quem gostou da ilustração, vota mesmo! Conto com a ajuda de vocês. Quem não tiver gostado comenta aqui no post que na próxima eu tento melhorar!

Até a próxima!

Henrique Athayde

 

Discussões em design #1: Tipografia X Identidade Visual

Dia 05.11, semana passada, foi Dia do Design. Lá na UNIFACS foi organizada, em comemoração a essa data, a semana de Design. Uma semana cheia de palestras legais, de vários professores da casa.

O nosso professor Fernando PJ deu uma entrevista sobre trabalhos tipográficos e projetos que ele realizou na Oi Kabum!. Meu amigo e colega de sala, Luedy Costa foi pra palestra e citou algumas coisas que PJ disse em sala. E eu nem precisei estar lá pra começar uma discussão via twitter que virou post inter-blogs!

Nossa proposta é o seguinte. Você, que tá lendo isso, lê aqui, comenta, dá sua opinião, discute, conversa. Depois você vai lá no blog do Luedy e lê o que ele escreveu sobre o mesmo assunto e faz a mesma coisa que fez aqui; comenta, dá opinião, troca informação.

A discussão surgiu da seguinte afirmação do nosso professor: ‘Identidade visual tem que ter tipografia feita por você, você não pode escolher uma cara pronta e dizer que é a do cliente.’

Eu discordo dessa afirmação. Por vários motivos. Acredito que identidades visuais são construídas por muito mais do que tipografia (nunca desconsiderando o poder de uma boa escolha tipográfica). Identidades visuais são constituídas de formas, cores, elementos e aplicações que designarão a forma como aquela empresa será vista pelos seus clientes e por seu público-alvo.

Claro que uma tipografia feita especialmente para uma identidade visual tem seu toque diferenciado. Se for realmente bem feito, o resultado com certeza sairá do óbvio e identificará a empresa em todas as situações. Mas ainda tenho minhas dúvidas:

. E se o cliente reprovar? Todos sabemos como esse tipo de trabalho funciona. Nem sempre temos o tempo que julgamos necessário pra fazer um trabalho bem-feito. E fazer uma tipografia não é pra qualquer um. Exige técnica, habilidade, conhecimento e criatividade. Fazer a tipografia e ter o trabalho reprovado deve ser muito ruim. Ninguém quer jogar seu trabalho fora.

. E se eu não tiver tempo? Nem sempre trabalhos com os clientes que queremos, com os prazos que queremos, com os projetos que queremos. Criar uma tipografia pra cada identidade visual, pra mim, é coisa pra poucos.

. Tipografias já existentes não funcionam? Pra mim funcionam. Dependendo da forma como elas são utilizadas, denotam traços característicos diferentes. Elas podem trabalhar da forma perfeita que você queria com seu signo visual, com seu layout do cartão de visita, com a fachada. Tipografia é muito importante, mas não é o único fator determinante.

E vocês? Acham o que dessa afirmação? Concordam, discordam? Porque? Sintam-se livres para comentar! O nosso objetivo é esse!

E não deixem de visitar o blog do Luedy pra ver a opinião dele também.

Sigam a gente em @HAthayde e @LuedyCosta.

Até a próxima!

Henrique Athayde

O Twitter na minha vida

Não posto no blog desde a terça-feira passada. Tentei, mas minha internet não deixou. E quando fui ver o histório de visitas no meu blog, tomei um susto. As médias de visita caíram bastante.

Será que foi porque eu não postei? Também. Mas tinha algo a mais nisso. Desde que minha internet começou a piorar, parei de twittar. Aí é que tava o problema.

Muita gente acha que Twitter é besteira. Moda, coisa que passa. Só mais uma mídia social pra encher o saco e ocupar o tempo de desocupados. Aí é que essas pessoas estão enganadas. O Twitter já provou que é muito mais que isso.

Quando eu comecei a usar o Twitter, sabia da importância dele, mas eu acabava me distraindo com a quantidade de tweets interessantes e deixava de lado a minha parte, de produzir conteúdo. Quando comecei a usar o Hootsuite, uma das muitas ferramentas disponíveis para melhorar e facilitar o uso da rede, a coisa começou a andar. Criei uma relação dele com o blog, e com o Facebook… e pronto! Tava feito. Cada post novo e cada twittada nova rendiam umas visitas no blog.

Mais gente vendo minhas novidades, lendo meus textos, vendo meu portfólio, me conhecendo. Talvez você não esteja ciente disso, mas você realmente precisa estar por dentro de tudo que acontece. Como já disse anteriormente, quando falei sobre fazer um blog e mante-lo atualizado, hoje em dia você tem que ser mais do que esperam de você.

E se você já tem um blog, ótimo! Comece a usar o hootsuite e use todo esse aparato a  seu favor. Com certeza os retornos virão, a curto, médio, ou longo prazo. Depende de você e de como você usa essas ferramentas. Lembre-se que quem constrói a sua imagem é você, e cabe a você administrar isso da melhor maneira possível.

Henrique Athayde

The Sketchbook Project

Sketchbook é ferramenta de lei pra grande parte dos designers, ilustradores e profissionais de criação. E comigo sempre foi assim. Gostava de ter um caderno pra desenhar, pra jogar idéias mesmo. Quando entrei na faculdade, o sketchbook foi ganhando cada vez mais importância. Passou a ser um jeito de organizar idéias, de fazer rascunhos, de desenhar, de ilustrar, enfim, de tudo. Hoje já são três. Quatro, com o que chegou ontem.

Tô agora participando do The Sketchbook Project, um projeto realizado pela Art House Co-Op que visa reunir trabalhos de ilustradores, designers, amantes de desenho e até pessoas comuns num movimento global. Funciona assim: você se cadastra no site do projeto e escolhe qual tipo de caderno você quer e seleciona um dos temas (esses também vão ‘lotando’ com o tempo). Você paga 25 dólares pra receber seu caderno em casa, em qualquer lugar no mundo, e deve fazer as ilustrações sobre esse determinado tema até o dia 15 de janeiro de 2011, quando você deve enviar de volta o caderno pra eles.

Você deve estar se perguntando: mandar de volta pra eles? Meu trabalho de meses? Exatamente. Aí que tá a grande jogada do projeto. Se fosse só pra receber um caderno e desenhar deliberadamente, era mais fácil aqui mesmo no Brasil. Mas é muito mais que isso. Você faz as ilustrações e pode personalizar seu caderno do jeito que quiser, contanto que ele não fique maior em altura ou largura do que quando chegou nas suas mãos. Lá nos EUA, eles recebem seu caderno e juntam com milhares de outros, de todo o mundo, e fazem exposições por oito cidades diferentes, em oito estados americanos. O caderno ficará, no fim do tour, no museu Brooklyn Art Library, em Nova Iorque. Todos os cadernos são cadastrados e tem um código de barras colado no seu verso, com o nome do artista e sua origem. Eles fazem o controle de quantas pessoas viram seu caderno, e pagando uma taxa extra de 25 dólares, eles tiram fotos de alta resolução de todos os desenhos do seu caderno e disponibilizam para download, para que você possa divulgar, futuramente, o seu trabalho.

O meu chegou ontem à noite. E preciso agradecer a meu amigo @MichelFonseca, que teve a boa (ótima) vontade de cobrir todos os meus custos (Sketchbook + Fotos do caderno). O tema que eu escolhi foi ‘The greatest story ever told’ (A maior história já contada). Achei que era mais interessante pra fazer as ilustrações mais livremente. Estarei sempre postando os desenhos por aqui, portanto, continuem visitando o blog! E quem se interessou e ficou com vontade de participar também, ainda dá tempo. O prazo de envio do caderno é 15 de janeiro de 2011, e o tour começa em março do mesmo ano.

A correspondência: o caderno, as instruções o cartão da biblioteca. Tudo identificado e muito bem organizado!

A minha identificação e o código barras para controle das visualizações, colados no verso do caderno.

Recomendo pra todo mundo que curte ilustração. É uma forma bem legal de desenvolver seu trabalho e de mostrar isso mundo afora. A organização do projeto também é sensacional. Tudo vai ficar muito bem documentado, e eu recebi até um cartão oficial da biblioteca de arte do Brooklyn, caso eu queira ir lá visitar. Quem sabe eu não apareço lá!

É isso aí! Comentem, participem, desenhem! E me sigam no twitter pra acompanhar as novidades :D

Henrique Athayde

A arte de manter um blog atualizado

Nem sempre é fácil manter um blog atualizado. Às vezes você não tem tempo, às vezes você não tem assunto, às vezes você não quer escrever nas suas poucas horas vagas (lê-se final de semana). Comigo tem sido assim, mas o esforço de tentar postar sempre vale a pena.

Tentarei atualizar o blog Henrique Athayde frequentemente. É um exercício muito bom para qualquer um da área de Comunicação, tanto pelo exercício da leitura e da pesquisa necessária, quanto pelo marketing pessoal – fator indispensável para qualquer um hoje em dia.

Muitos designers fogem de blogs e ferramentas do tipo, por exigirem textos e redações. Procuram fazer apenas portfólios online, mostrando seu trabalho de forma interessante, porém pouco humanizada. O blog mantém você mais próximo de suas relações: as pessoas podem comentar seus posts, interagir, discutir. Um cliente em potencial pode achar, através do seu blog, um diferencial que ele não viu em lugar nenhum. O seu jeito de escrever, de falar, de comentar e de interagir pode dizer muito sobre você e sobre o que você pode desempenhar profissionalmente. Hoje em dia, não adianta mais fazer APENAS o que lhe dizem pra fazer. A sua desenvoltura e capacidade de ser criativo em outras áreas é também essencial.
Ta aí minha dica. Façam um blog. Por mais que você não consiga atualizar sempre, como é o meu caso (ou era o meu caso), vale o esforço. Vale a cobrança vinda de você mesmo e vale todo o aprendizado possível.

Com certeza vão notar a diferença em você.

Henrique Athayde

Novo mascote

Depois de algum tempo de blog, resolvi que algumas coisas aqui precisavam mudar. E logo que bati o olho, vi que a primeira coisa que precisava mudar era o mascote. Ele é, pra mim, a identidade do blog.

O mascote atual tava com uma cara meio ultrapassada. Desde que o criei para usá-lo aqui no blog, muita coisa mudou. Tanto na minha experiência como designer e ilustrador quanto no meu traço e no meu estilo de desenho. Fiz muitos e muitos roughs, já pensando em como o mascote ia se configurar nas novas coisas que estão para surgir. Afinal, não farei um novo mascote pra deixar tudo do jeito que tá: tudo tem que acompanhar essa mudança.

Depois de muitos riscos, muitas idéias jogadas foras e muito desenho no meu caderno, cheguei a isso:

Achei que era o mais adequado, o mais legal. Mas ainda tinha muita coisa pra melhorar. Já no Illustrator, fiz o traço em vetor, com o blob brush, pra chegar nisso:

Aqui já dá pra notar como mudou a expressão e a composição visual do mascote. Agora ele é mais equilibrado, sério e profissional, sem nunca perder a originalidade e a particularidade de sua composição. Mas ainda faltava a cor, pra finalizar. Nessa parte tive que ser bem seletivo, j á que mais pra frente esse mascote será aplicado nos mais diversos meios, e deverá dialogar com todos eles de forma única.

E esse é o resultado final:

E aí? O que vocês acharam? Sintam-se à vontade para comentar!

Continuem acompanhando as novidades que estão por vir. O mascote foi só a primeira delas.

Até a próxima!

Henrique Athayde (@hathayde)

Design de identidades: Erros mais comuns e que devem ser evitados

Todo designer um dia estuda a criação de identidade visuais. Mas nos livros que a gente lê, sempre se tem o que deve ser feito na criação de uma identidade visual. E o que NÃO deve ser feito? Os blogs Just Creative Design e o Smashing Magazine fizeram posts sobre isso e eu os adaptei aqui no blog. Confira:

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Diretor de criação da Versa Comunicação, designer e ilustrador e estudante de Design na UNIFACS.

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